quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

PANQUECA SEM GLÚTEN



Panqueca finíssima sem glúten, com recheio de banana com canela e açúcar ( feito no microondas).
Obs: recheio opcional doce ou salgado!!!!
A massa fica mais, digamos " elástica, firme " comparando com a de farinha de trigo, o que a torna mais fácil de trabalhar.
INGREDIENTES:
1 ovo inteiro
1/2 xícara de chá de leite
1 colher de chá de fermento químico (pó)
1 xícara de chá de amido de milho
1/2 colher de chá de sal
PREPARO:
Liquidificar tudo, por um fio de óleo em frigideira e por pequenas porções de massa, virar o disco. Rechear a seu gosto ( doce ou salgado). Sirva.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

EDUCAÇÃO NUTRICIONAL E LUDOPEDAGOGIA


Educação Nutricional
A estratégia envolve motivação: identificar e utilizar o motivo que despertará ao individuo vontade de mudar seu comportamento, é uma condição interna; envolve métodos e técnicas de ensino: método é o caminho, a técnica é a forma como percorrê-lo; envolve recursos materiais e humanos: todos os seres humanos podem aprender e podem mudar suas praticas alimentares se necessário, independente de idade, sexo ou condição social e cultural. Depende de como se transmitem as informações, os conceitos, ou seja, da estratégia de ensino utilizada.
EDUCAÇÃO NUTRICIONAL E LUDOPEDAGOGIA
“Educar é criar possibilidades para a produção ou construção do conhecimento pelo próprio indivíduo. Para que isso ocorra, a pessoa que transmite a mensagem (o facilitador) precisa respeitar a individualidade de cada participante e aproveitar suas vivências e experiências no ato de educar. Só assim é possível fazer a ponte entre os conhecimentos que o educando já adquiriu ao longo da vida e os conhecimentos técnicos e acadêmicos (BARROS et al, 2008)”.
Educação Nutricional é o meio que proporciona melhora na saúde dos indivíduos e um maior controle sobre a mesma, ocasionando assim promoção da saúde. Ela ocorre devido ações educativas com a finalidade de um maior conhecimento pela população sobre os alimentos e sobre os processos de alimentação desde a infância até a velhice, para adoção de um estilo de vida saudável.
Já é de conhecimento que uma alimentação saudável, completa, variada e com paladar agradável para os organismos desde a infância, previne as doenças crônicas não transmissíveis, e quando estas já existem ocorre um controle maior pelo individuo. São nos primeiros anos de vida que os hábitos alimentares são formados e estes vão ser levados para adolescência até a velhice, portanto a educação nutricional nesta fase da vida é de extrema importância.
Com base nesse conjunto de idéias, reconhece-se que a educação nutricional fundamenta-se como uma ação da nutrição aplicada, que orienta seus recursos em direção à aprendizagem, à adequação e à aceitação de hábitos alimentares saudáveis durante todo o ciclo de vida.
O programa de comunicação e reeducação alimentar são processos de ensino, treinamento e facilitação, pelos quais a população alvo é auxiliada a selecionar e implementar comportamento desejáveis de alimentação e estilo de vida. O nutricionista deve ser o decodificador da ciência da nutrição, deve estar capacitado a interpretar os avanços nesta área e traduzi-los em praticas alimentares que permitam a melhoria da alimentação de indivíduos e coletividades.
O profissional nutricionista como conselheiro nutricional assume o papel de educador, podendo cumprir assim o objetivo da educação nutricional, que é auxiliar indivíduos a estabelecer práticas e hábitos alimentares adequados às suas necessidades nutricionais específicas e também de acordo com os recursos alimentares locais e o padrão cultural do indivíduo, buscando a identificação de suas práticas alimentares de acordo com diferentes aspectos: psicológicos, socioeconômicos, educacionais e outros.
Para que a educação nutricional seja efetiva, faz-se necessário a elaboração de um planejamento de intervenção educativa em nutrição. Primeiramente devem ser identificados os problemas nutricionais da população que se quer atender, determinando as causas referentes a estes problemas, a fim de criar um diagnóstico educativo, permitindo a formulação de objetivos de modificação no comportamento, através de elaboração de mensagens e estratégias motivacionais e seleção dos multimeios a serem utilizados, de forma a utilizar uma linguagem de fácil entendimento a população.  A partir deste ponto, deve-se organizar e implementar um programa, por meio da produção/disponibilização de materiais de apoio, treinamento de agentes de execução e da intervenção em si, buscando sempre avaliar se as estratégias utilizadas estão sendo eficazes no cumprimento dos objetivos inicialmente propostos e se estas satisfazem o público participante.
Como mediador/facilitador, o educador nutricional deve fornecer apoio emocional, assim como dados cognitivos e técnicas motivacionais que proporcionem a modificação de comportamento. A habilidade do educador nutricional, então, é de reconhecer e encontrar as necessidades específicas do indivíduo, e não somente prover informações técnicas.
Assim, a condição para que todos os preceitos nutricionais possam realmente vir a esclarecer e modificar comportamentos é a aplicação de educação nutricional adaptada ao estilo de vida do público-alvo, enfatizando a utilização da ludopedagogia, ou seja, de maneira interativa e dinâmica. A educação tem na ação concreta uma de suas principais bases, envolvendo atitudes e comportamentos que, repetindo-se e transformando-se no dia a dia, poderão vir a consolidar-se como prática socialmente aceita. Tal fator reflete a importância do trabalho dos profissionais nutricionistas enquanto educadores, a fim de estimular práticas alimentares e hábitos de vida saudáveis como forma de prevenção de doenças crônicas em longo prazo e otimizando a saúde da população.
 ONG Banco de Alimentos

sábado, 13 de outubro de 2012

A Pirâmide alimentar


A Pirâmide Alimentar foi criada para ajudar  a entender como equilibrar os alimentos diariamente. 

As principais metas da pirâmide alimentar são obter o consumo variado de alimentos, ingestão menor de gorduras saturadas e colesterol, maior consumo de frutas, verduras, legumes e grãos além, da ingestão moderada de açúcar, sal e bebidas alcoólicas. A prática de exercícios físicos é recomendada visando a perda ou manutenção do peso adequado como também, a prevenção de doenças entre elas, as cardiovasculares, diabete, hipertensão e osteoporose.

 A adoção da pirâmide alimentar se propõe a mostrar de forma clara e objetiva como alcançar as necessidades de calorias e nutrientes da população utilizando seus alimentos habituais, tornando-a, assim, prática e flexível.

Recentemente, uma nova pirâmide alimentar foi proposta pelo Departamento de Nutrição da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard.

A pirâmide funciona da seguinte maneira: A base larga indica os alimentos mais necessários e que devem ser mais consumidos, a medida que vai encurtando, vai diminuindo a necessidade de consumir esses tipos de alimentos, chegando até a ponta da pirâmide que indica alimentos que devem ser ingeridos em poucos quantidades. É bom lembrar que todos os alimentos contidos em todos os grupos são importantes, o que muda é a quantidade a ser ingerida. A quantidade é especificada através das porções para cada grupo.

Alimentos como açúcar, as gorduras e o sal podem ser encontrados em vários grupos, por já estarem presentes naturalmente nos alimentos. A ingestão particular desses alimentos, como por exemplo: o sal de cozinha e o açúcar de mesa, devem ser alvos de atenção. Uma vez que o seu excesso pode acarretar vários comprometimentos a saúde. O mesmo vale para as gorduras, principalmente a gordura animal, que é rica em colesterol.

Princípios de uma boa alimentação

 Uma dieta equilibrada e nutritiva deve ter cinco características:


 1)Adequação: A alimentação deve ser apropriada às diferentes fases e condições de vida, às atividades, às circunstâncias fisiológicas e de doenças.


 2)Qualidade: Deve conter variedade de alimentos que satisfaça todas as necessidades do corpo. Os alimentos devem ser nutritivos e não apenas conterem calorias vazias.

 3)Quantidade: Deve ser suficiente para atender o organismo em todas as suas necessidades.

 4)Harmonia: É o equilíbrio entre os nutrientes, em relação á quantidade e qualidade.

 5)Variedade: Fornecer uma ampla seleção de alimentos diariamente, pois os alimentos são diferentes, apresentando diferentes nutrientes.

Nenhum alimento conterá todos os nutrientes necessários à manutenção da vida e um mesmo tipo de alimento pode oferecer ao organismo nutrientes em excesso, que podem causar várias doenças. O ideal então é equilibrar a alimentação.